Ao ser criado, o homem tinha inteligência suficiente para pensar, raciocinar e falar, para tirar conclusões e tomar decisões. Tinha um idioma, e evidentemente dominava-o perfeitamente. Aqueles que acreditam na ascensão do homem ensinam que ele começou a vida numa escala muito inferior àquela na qual atualmente vive. A única queda que reconhecem é para cima. Ensinam que o homem tem atingido alturas mais elevadas do que qualquer altura em que foi posto em seu início. Mas isso não pode ser verdade, visto que as Escrituras ensinam justamente o contrário. De fato, há evidencias abundantes que mostra que o homem se tem degradado de uma posição muito mais elevada. Tanto a Bíblia como a ciência concordam em fazer do homem a obra máxima da criação material de Deus. Não nos devemos esquecer no entanto de que, enquanto o homem, por um lado de sua natureza, está ligado a criação animal, é contudo sobrenatural, um ser de natureza mais alta e mais esplêndida; ele foi criado à imagem e semelhança de Deus.DOUTRINAS BATISTAS FUNDAMENTAIS
O HOMEM
A CRIAÇÃO - (Ecls. 7:29).
O homem foi criado um ser santo (à imagem de Deus), possuindo faculdades intelectuais e uma natureza santa, com a responsabilidade de desenvolver um caráter santo.
Sua realidade
Decretada - (Gen. . 1:26).
Declarada – (Gen. 1:27).
Seu método
a) O homem veio à existência por um ato criador - (Gen. 1:27).
b) O homem recebeu um organismo físico por um ato de formação – (Ecls. 12:7).
c) Foi feito completo ser pessoal e vivo por uma ação final – (Zac. 12:1 – Is. 43:7).
Condição original
As escrituras mostram, clara e enfaticamente que o homem é o resultado de atos imediatos, especiais e formativos de Deus.
a) Possuía a imagem de Deus – (Gen. 1:27; 5:1; 9.6).
b) Possuía faculdades intelectuais - (Gen. 2:19-20).
c) Possuía uma natureza moral santa - (Ecls. 7:29 – Roms 5:12-14).
I - A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM - (I Tessal. 5:23; Hbs 4:12).
Compõe-se o homem de corpo alma e espírito. Este tríplice divisão da constituição do homem é a mais geralmente observada e aceita.
a) O espírito - (Mats. 27:50; Lcs 23:46).
Em se tratando do espírito, podemos afirmar que ele é também criação de Deus (Gen. 2:7). O espírito é imaterial e invisível. Ele habita no corpo e age por meio dele. O espírito é a natureza do homem olhando para Deus e capaz de receber e manifestar o seu “toque” especial; Esta é a parte mais elevada do homem. Já foi manifesto a existência de semelhanças entre o homem e criaturas irracionais fisicamente falando, mas quando tratam do espírito, não encontramos meios de compará-las, tais são as características que o distinguem dos animais irracionais:
b) A alma - (Mts. 26:38).
A parte imaterial do homem vista como uma vida individual e cônscia capaz de possuir e animar um organismo físico, chama-se alma, vista como um agente intelectual, racional, volítiva e emotiva. O homem se assemelha a Deus pelo fato de possuir natureza racional, a capacidade do homem, a esse respeito, é a origem de todo o conhecimento científico. Ele interpreta a significação da natureza e descobre que traz os sinais da razão. O homem compreende Deus por motivo dos sinais de inteligência no mundo ao seu redor.
c) O corpo - (Coloss. 3:10; I Cor. 6:18-20).
O corpo é o instrumento, o tabernáculo, a oficina do espírito. É o meio pelo qual ele se manifesta e age no mundo material. O corpo é o órgão dos sentidos, é o laço que une o espírito ao universo material. Muito pouco tem se a dizer a respeito do corpo, é do universo físico quanto a sua matéria e estrutura, a mesma do planeta em que vivemos; Ensina-nos a Bíblia que o corpo foi tirado da terra, que é pó, e que Deus o criou. Quanto ao modo como o criou, nada sabemos além do que está escrito que Deus usou da matéria já existente, para a sua formação.
II - A NATUREZA MORAL DO HOMEM
O homem é uma criatura moral. Isto é um dos sinais por que o homem se distingue da besta. O homem é responsável pelas suas ações.
Consciência própria. O primeiro ponto que serve de distinção entre o homem e os irracionais, é a consciência própria. O homem tem o dom de fixar em si mesmo o pensamento, e isto o faz cônscio de sua própria personalidade. Em suma a consciência é o poder da mente de conhecer o bem e o mal e sentir se obrigada a fazer o bem. O juízo está envolvido na consciência, e a razão está envolvida no juízo.
O intelecto. A faculdade de cogitar de coisas abstratas é privilégio exclusivo do homem, que lhe abre um campo vastíssimo de desenvolvimento, que o irracional está eternamente fechado. Este é o poder de saber ou receber conhecimento. Sem isto o homem não seria uma criatura moral. Isto é ensinado por Jesus em (João 9:41).
A lei moral. É um fato que o homem reconhece a existência de uma lei moral a que ele está sujeita. Por meio dela o homem tem ciência da diferença entre o bem e o mal, e compreende o dever de obedecêla, não só pelo respeito de qualquer autoridade exterior, como também por um constrangimento interior. Até o mais embrutecido reconhece a obrigação de andar em conformidade com esta lei, e todas as vezes que a transgride sente-se condenado pela consciência e até castigado pelo remorso. Este ``juízo” pessoal é inevitável, pelo fato de conhecer o homem sua existência..
A vontade. A vontade é o poder da alma de escolher entre motivos e dirige sua atividade subsequente de acordo com o motivo assim escolhido, ou seja o poder da alma escolher o fim como os meios de atingir o escolhido.
III - A PROVAÇÃO - (Gen. 2:15-17).
A provação do homem foi absolutamente essencial, a fim de capacitá-lo à completa expressão e exercício de sua liberdade intelectual e moral. Suponhamos que não tivesse a proibição no jardim, que teria sucedido à livre agência moral de nossos primeiros pais? Ainda que criados com tal capacidade, não teriam tido oportunidades de exercê-la, e isso tê-los-ia transformado virtualmente em escravos da vontade de Deus. O mesmo teria sucedido se Deus não os tivesse criado com o poder do livre arbítrio. Em ambos os casos estariam sido seres diferentes do homem, conforme o conhecemos hoje, e, assim sendo, não poderiam ter sido os progenitores da raça humana.
a) seu significado
Por provação do homem referimo-nos àquele período durante o qual ele foi sujeito a determinada prova, que consistiu de um mandamento positivo concernente à arvore do conhecimento do bem e do mal. Os resultados seriam: ou a favor continuado de Deus, por motivo de sua obediência; ou a imposição da penalidade da morte por motivo de sua desobediência.
b) seu período
O período abrangido pela provação prolongou-se desde a criação de Adão e Eva até o tempo do seu fracasso e desobediência, e abrangeu evidentemente o de sua inocência.
b) A QUEDA - (Roms. 5:12; Gen. 3:1-6; I Tim 2:14).
A santidade original do homem não era imutável. A mutabilidade é uma característica necessária da natureza humana. Imutabilidade requer infinidade de conhecimento e poder. A infinidade é uma característica só da divindade. Portanto, desde que Deus desejou criar o homem e não um deus, Ele fez a Adão mutável. Isto tornou possível a queda.
A tentação
b.1) Sua maneira:
O tentador Satanás, por meio da Serpente. - (Gen. 3:1; Apoc 12:9;20:2).
Desse modo a tentação veio do exterior para o homem, não teve sua iniciativa dentre da esfera do seu próprio ser. O fato de Satanás ter assumido o disfarce de serpente, igualmente atenua a transgressão do homem, pois assim ele foi iludido, engodado para o ato de desobediência. Isso se torna claro se supusermos que nossos primeiros pais tivessem comido do fruto proibido sem o concurso do tentador e do engano. Neste caso seu pecado teria sido tão hediondo, depravado e imundo, tendo se originado nas profundezas de seus próprio ser, que dificilmente poderiam ser salvos, e assim, talvez, nunca tivesse sido providenciado um Salvador. Segundo podemos entender dos ensinamentos da palavra divina, os anjos que caíram não podem ser redimidos; o que possivelmente se explica por que sua tentação teria partido do seu próprio íntimo, sem o concurso da qualquer atração ou ilusão externa.
b.2) Os efeitos:
Adão e Eva sofreram a corrupção de sua natureza, a qual lhes trouxe ao mesmo tempo morte natural e espiritual.
Seus resultados em si:
Para Adão e Eva
1) Evidente perda de aparência pessoal apropriada, acompanhada da consciência de nudez e senso de vergonha (Gen. 3:7-24; Salms. 104:2; Dan. 12:3, Mats. 13:43).
2) Medo de Deus (Gen. 3:8-10).
3) Expulsão do jardim (Gen. 3:23-24).
Para a raça em geral.
Visto que Adão era a cabeça federal da raça humana, sua ação foi representativa. Por conseguinte, aquele pecado, além de individual, foi ao mesmo tempo racial. Houve portanto resultados que caíram sobre toda a espécie humana, ou seja a corrupção da natureza da raça, a qual traz a um estado de morte espiritual e a torna a sujeita à morte física. Os descendentes de Adão são feitos responsáveis não pelo ato manifesto de Adão em particular do fruto proibido senão pela apostasia de sua natureza de Deus. Não somos pessoalmente responsáveis pelo ato manifesto de Adão porque seu ato manifesto foi o ato de sua própria vontade individual. Mas nossa natureza, sendo uma com a dele, corrompeu-se na apostasia de sua natureza tanto de culpa pessoal pelo ato manifesto de Adão como da corrupção da natureza da raça.
1) A terra foi amaldiçoada para não produzir apenas o que é bom, exigindo trabalho laborioso por parte do homem (Gen. 3:17-19).
2) Resultou em tristeza e dor para a mulher no parto, bem como sua sujeição ao homem (Gen. 3:16).
3) Resultou na morte física e espiritual, dentro do tempo, e na penalidade ameaçada da morte eterna (Gen. 2:17; 5:5; Roms. 6:23; Roms 8:7-8).
4) O homem adquiriu então uma natureza ruim que se inclina para o lado do pecado (Roms 5:12; Salmos 51:5; I Corint. 15:21-22; Jerem. 17:9). Essa natureza se chama “carne”, a qual é a tendência natural para o pecado, e não pode agradar a Deus.
5) Resultando daí que o homem não pode salvar-se a si mesmo. (Roms. 3:11). É Deus quem busca o homem. Através de Cristo, Ele atraí todos, tornando possível a sua salvação (João 12:32).
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01- O HOMEM ORIGINOU-SE DO MACACO?
Não. O homem foi criado por Deus (Gênesis 1.27). Segundo a Teoria Evolucionista, desenvolvida e defendida pelo naturalista inglês Charles Robert Darwin (1809-1882) em seu livro "A Origem das Espécies", a vida universal originou-se inteiramente da matéria inorgânica ou, pelo menos, de algum germe primitivo". Em outras palavras: bilhões de anos atrás o homem era um fragmento de pedra ou uma bactéria. Foi evoluindo, evoluindo, passou por cobra, sapo, lagarto, chegou a macaco e se transformou num ser humano. Quem acredita em reencarnação e procura saber de suas vidas passadas poderá ter surpresas desagradáveis, como, por exemplo, descobrir que foi um tijolo ou um jacaré. Em oposição a esse absurdo, existe a Teoria Criacionista que, de acordo com as Sagradas Escrituras, diz que o homem é criação divina.
02 - QUAL A DIFERENÇA ENTRE ALMA E ESPÍRITO?
Há duas interpretações sobre a composição físico-espiritual do homem. A primeira, defendida pelos "tricotomistas", diz ser o homem formado de corpo, alma e espírito. A segunda, a dos "dicotomistas", sustenta que o homem possui apenas corpo e alma, sendo esta dividida em duas substâncias: a alma propriamente dita, ligada aos nossos sentimentos, e o espírito, que tem consciência e possui o conhecimento de Deus. O Antigo Testamento não faz muita distinção entre alma e espírito: "E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida. E o homem foi feito ALMA VIVENTE" (Gênesis 2.7). O termo espírito deriva do hebraico "ruah", do grego "pneuma", do latim "spiritus", e significa sopro, hálito, vento, princípio de vida. Logo, nossa parte imaterial ou espiritual foi formada de uma parte da essência (do sopro) de Deus (Ezequiel 3.19; Provérbios 23.14; Salmos 33.19). No Novo Testamento, vemos alguma distinção entre alma e espírito: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador"(Lucas 1.46-47). Outras referências: Hebreus 4.12; 1 Tessalonicenses 5.23. Jesus disse: "Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito" (Lucas 23.46). A verdade é que o homem possui uma parte material (o corpo) formado do pó, e uma imaterial formada do sopro de Deus, semelhante a Deus. Quando esta parte imaterial se relaciona com a carne ( sensações, emoções, vontade ), chama-se ALMA; quando serve de ligação com Deus, chama-se ESPÍRITO. Admitimos que alma e espírito são inseparáveis e imortais, com funções distintas no corpo.
03- O QUE É A MORTE? QUAL A SUA ORIGEM?
A morte deve ser vista sob três aspectos: MORTE FÍSICA, a descida do nosso corpo à terra. Surgiu em conseqüência da desobediência do casal Adão/Eva e de acordo com a palavra de Deus no Jardim do Éden : "No dia em que dela comeres, certamente morrerás". "És pó e em pó te tornarás"(Gênesis 2.17: 3.19). MORTE ESPIRITUAL, quebra da comunhão de Deus com os homens em virtude do pecado (Gênesis 3.8). MORTE ETERNA, eterna condenação e separação de Deus. Os filhos de Deus vencem a morte física na ressurreição (1 Tessalonicenses 4.16-17), não experimentam a morte espiritual e estão livres da morte eterna. (Romanos 5.12; 6.23; Ap 21.8). Temos também a MORTE PARA O PECADO. Esta é a situação dos que se encontram em Cristo Jesus, e nEle e com Ele venceram o pecado (Romanos 6.5-10; 8.1; 12.2).
O que é maldição? Vejamos: 1) Dicionário Aurélio: "Ato ou efeito de amaldiçoar ou maldizer". Maldizer: "praguejar contra; amaldiçoar". Maldito: "Diz-se daquele ou daquilo a que se lançou maldição". 2) Dicionário Teológico: "Praga que se arroga a alguém. Locuções previamente formadas encerrando desgraças e insucessos". 3) Bíblia On-line: "Chamamento de mal, sofrimento ou desgraça sobre alguém (Gênesis 27.12; Romanos 3.14). Os que quebram a Lei estão debaixo de maldição. Cristo nos salvou dessa maldição, fazendo-se maldição por nós (Gálatas 3.10-13)".
Difícil é conciliar a "Teologia da Maldição Hereditária" com a Palavra. Os que defendem a existência de crentes amaldiçoados por maldições provindas de antepassados, admitem que é possível estarmos de posse de uma herança maldita, por nós desconhecida, e difícil de ser detectada no tempo e no espaço. O remédio seria QUEBRAR, ANULAR, AMARRAR, REPREENDER essa maldição. Feito isso, o crente ou não crente estaria leve, liberto e livre de todo peso. Nem ele nem os seus descendentes sofreriam mais os danos desse mal. A maldição hereditária - segundo os que a defendem - surge em decorrência de um trabalho de feitiçaria ou de qualquer outra ação maligna lançada contra outra pessoa (a vítima). Uma pessoa em sofrimento pode ter sido consagrada, antes ou depois do seu nascimento, às entidades demoníacas. Uma palavra má pode ter sido lançada sobre a vida de uma família, que nunca prosperará e será vítima de enfermidades e angústias.
As pessoas sem temor a Deus, sem vida em Cristo, sem vida no altar, estão sujeitas a problemas muito maiores do que esses, pois estão condenadas à morte eterna. Sem Cristo a maldição nunca acaba. Vejamos quais as promessas para os que aceitarem a salvação que há em Cristo Jesus:
"Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito" (Romanos 8.1).
Poderia ocorrer o caso de os salvos em Cristo carregarem, ainda, maldições herdadas?
"Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, tudo se fez novo" (2 Coríntios 5.17).
Ocorreria uma situação em que o NOVO carrega, ainda, coisas velhas?
"Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida" (João 5.24).
Dar-se-ia o caso de alguém entrar no céu, carregando maldições?
"Mas se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1.7). A maldição lançada contra os salvos seria mais eficaz do que o sangue de Jesus? Mais poderoso não é Aquele que está em nós?
"Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós" (Gálatas 3.13). Jesus tomou sobre si nossas maldições, e carregou nossos pecados.
"Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.36). Dar-se-ia o caso de o crente ficar livre das correntes do pecado, mas permanecer amarrado, ainda, às maldições resultantes de pecados cometidos por seus antepassados?
"Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça. Pelas suas feridas fostes sarados" (1 Pedro 2.24). "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós" (Gálatas 3.13)
Morremos para o mundo e para o pecado, mas não teríamos morrido para possíveis maldições sobre nós lançadas? A cruz nos salvou da maldição da lei, mas o sangue de Jesus teria sido impotente para nos livrar de maldições hereditárias?
Fica difícil de imaginar que uma pessoa beneficiária de tantas bênçãos possa carregar sobre si o fardo das maldições. A solução para livrar-se delas é aceitar a salvação que há em Cristo Jesus. As maldições não alcançarão os justos, porque os muros de nossa fortaleza espiritual estão íntegros, sabendo-se que "a maldição sem causa não virá" (Provérbios 26.2). Aos que se julgam debaixo de maldição, Jesus faz um convite e uma promessa: "Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei" (Mateus 11.28).
Fonte/http://www.renovado.kit.net






